Infantil
Novo Espetáculo
Roubaram o Branco do Mundo
Gran Circo de Areia
Dom Caixote e o Bode
Cinderela e o pé inchado
Uah-Tchá!
 

 

  Dom Caixote e o Bode
(Peça Integrante do Projeto Brasil)

Devido ao grande sucesso obtido pela dupla de sertanejos Zé e Maria na peça “Cinderela e o pé inchado”, resolvemos prolongar a vida desses personagens tão especiais, dando-lhes uma nova e inusitada aventura...
Desta vez, Zé e Maria pretendem contar as aventuras de Dom Quixote, figura clássica da literatura universal, imortalizada por Miguel de Cervantes. No entanto, "como não havia de deixar de ser"...
Essa jornada promete várias situações engraçadas e muita música, que começa após a aparição de um certo “Bode”. A montagem, mais uma vez, se ambientará num cenário nacional. Os personagens se embrenharão no sertão nordestino, numa viagem pela cultura, pelo folclore e principalmente pelas manifestações musicais e literárias características dessa região.

Seu nome era Dom Quixote
Nas bela terra espanhola
 Mas em visita ao nordeste
 Aprendeu a tocar viola
E barganho escudo e lança
Numa caixa de graviola
Surge então Dom Caixote
Cavaleiro do nordeste
O protetor das donzela
 E dos pobre cabra da peste
Montado vagando em bode
 Pela caatinga do agreste

O nosso “Dom Quixote” encontrará várias aventuras durante essa viagem, ainda embutido da essência do personagem original, Dom Caixote participará de situações criativas e inesperadas como enfrentar uma entidade folclórica do sertão, conhecer Padim Cícero, perambular por festas religiosas e tradicionais. E o que aconteceria se Dom Caixote encontrasse o mais famoso cavaleiro andante daquelas bandas: Virgulino Lampião?

Música

A trilha sonora do espetáculo é executada ao vivo por dois músicos que se revezam ao tocar instrumento como: pífano, sanfona, violão, pandeiro entre outros...
Com arranjos alegres, voltados principalmente ao público infantil, foram adaptados ao contexto grandes clássicos nordestinos de: Zé do Norte (Mulher Rendeira), Luiz Gonzaga (Asa Branca), José Namen (“Eu Tava na Peneira” para parlenda de domínio público), Paulo Tatit (“Santa Clara” para parlenda de domínio público).
“Músicas originais também foram compostas para esse espetáculo”.

Poesia - Cordel

A literatura de cordel, esse tesouro que enobrece a alma do nosso país, abrangendo um elenco de manifestações que fazem parte do nosso cotidiano, deixa a sua marca em “Dom Caixote e o Bode”.
Esse tipo de linguagem poética composta por versos com sete sílabas poéticas (redondilha maior) permeará toda a encenação. Escritos por Tarcio de Almeida especialmente para o espetáculo, esses versos ajudam a contar a história, assim como caracterizam esse tipo poesia popular muito comum no nordeste do Brasil.

Bonecos

Inspirados nos Mamelungos, bonecos usados em festas tradicionais do nordeste do país, foram construídos quatro “bonecos de vara”, que manipulados pelos atores durante suas performances, enriquecem o espetáculo em seu visual, proporcionando mais entretenimento e diversão ao público infantil.
Além dos bonecos de vara, a peça também conta com um simpático fantoche que representará o afamado Bode.

Festivais, mostras e eventos:

8º FESTAETT Festival de Tupã

8º FETEAP Festival de Paraguaçu Paulista

FESTARA 2009 - Festival de teatro de Araçatuba

37º FENATA – Festival Nacional de Ponta Grossa 

10º Festival de Penápolis 

Virada Cultural Paulista 2010 (Franca)

6º Prêmio Manoel Lyra – Festival Estadual de Teatro de Santa Bárbara d´Oeste – SP 

FTI – 4º Festival de teatro Infantil de Salto – SP 

2011 – SESI Araraquara – projeto Palco de Encontros

Festival de teatro MS Em Cena – Três Lagoas – MS


CRÍTICAS RECEBIDAS NO 8º FESTAETT:

"O espetáculo encanta. O excelente texto escrito pela jovem diretora e atriz Carla Tito, já traz o mapa de uma boa encenação. Aliado a boas e acertadas escolhas estéticas e semiologia coerente e cuidadosa direção, sentimo-nos arrebatados por tanta cor, tanto carinho e tanto zelo pela história a ser contada".

"A viajem de Dom Caixote-Quixote pelo sertão nos da a certeza de que, na verdade, como disse Guimarães Rosa, o sertão é dentro da gente. O sertão é. Tão ser. O sertão é passargada. O lugar de Dom Quixote... lá tudo paira acima do bem e do mal. Acima da moralidade humana".

"O boneco do Pai do Mato realmente é belíssimo. Tem a marca da ancestralidade humana. É índio, é africano, é esquinó, é nômade, é gente, é nóis, é terra... A santa que vem amadrinhar a virgem é sincrética, totalmente pertinente ao contexto do espetáculo, pois é Mãe Santa, é Virgem, é Iara, é Iemanjá".                                                    
 Juliana Calligaris

"Um bom espetáculo infantil é feito com a escolha de um bom texto, que respeita a inteligência do espectador; magia nos elementos cênicos para fazer o espectador embarcar na viagem ao mundo do faz-de conta proposto; atores que sabem de sua responsabilidade para o deselvolvimento cultural do seu público e uma direção capaz de amarrar todos esses elementos. Dom Caixote e o Bode posuui todos os atributos constantes no conceito acima."
 Edu Ribas

"O confronto entre Lampião e Dom Quixote é de um respeito emocionante, sobretudo quando não há um vencedor. Como escolher entre o sonho e a realidade, se precisamos dos dois para viver? A fé vem mediar o encontro com a entrada de Padim Cícero que fica maior que os dois Grandes. É como se fosse o encontro da fé. A fé na vida e a fé no sonho tão peculiar do povo brasileiro."
Valquiria Vieira

Críticas recebidas no 8º FESTAETT, onde o espetáculo “Dom Caixote e o Bode” recebeu os prêmios de:

 Melhor espetáculo infantil

 Premio especial do júri de melhor texto original
 Melhor Figurino
 Melhor atriz coadjuvante
                     


 
  Ficha Técnica

Texto e concepção: Carla Tito
Direção: Carla Tito
Atores e Músicos: Carla Tito, Cristiano Pedro Antonio, Gustavo Aragoni, Renan Bamboo
Cordéis: Tarcio de Almeida
Cenógrafo: Cristiano Pedro Antonio
Bonecos de vara: Carla Tito e Clarinda Tito
Fantoche (Bode): Márcio Pontes
Figurinos: Carla Tito, Clarinda Tito
Desenho de Luz: Russo

Necessidades Técnicas
4 – headsets (a CIA levará 2)
2 – lapelas
1 – via para violão
1 – ponto de energia 110V no palco
Iluminação: Geral Ambar
 
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